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sexta-feira, 21 de outubro de 2016

PESSOAS ALTAMENTE SENSÍVEIS


PESSOAS ALTAMENTE SENSÍVEIS

É dito que todos nós nascemos com um dom, um talento especial, e que dependemos das circunstâncias da vida para descobri-lo ou aflorá-lo.

O dom pode estar associado a qualquer tipo de situação. Pode ser em algum desporto, alguma arte, ou até mesmo alguma sensibilidade específica.

Você já se questionou:
Por que vejo as coisas de forma diferente dos demais?
Por que sofro mais que as outras pessoas?
Por que encontro alívio na minha própria solidão?
Por que sinto e vejo coisas que os outros não percebem?

Quando se está em minoria, o primeiro sentimento é sentir-se em desvantagem e com medo.

Fazer parte da população que se reconhece como altamente sensível não é uma desvantagem e nem o intitula como “diferente”.

É bem possível que, ao longo da sua vida e, principalmente, durante a sua infância, você tenha tido consciência desta distância emocional e, muitas vezes, tenha lidado com a sensação de viver numa bolha de alienação e solidão.

O dom da sensibilidade
Fala-se ainda em dons espirituais, dom da palavra, dom da cura e dom da sensibilidade.

O dom da sensibilidade é descrito como a capacidade de sentir mais facilmente e intensamente emoções comuns a todos. O comportamento de uma pessoa com o dom da sensibilidade inclui ver as situações de forma diferente, perceber certos detalhes não percebidos pelos outros “comuns”. Isso fá-las mais afectivas, mais preocupadas, mais alertas, e ao mesmo tempo tímidas e mais solitárias, por se considerarem diferentes dos outros.


Como Identificar
A hipersensibilidade pode ser notada por alguns comportamentos específicos, que normalmente se manifestam desde o período da infância.

A criança com alta sensibilidade costuma sentir-se confusa com os sintomas que expressa, sem entendê-los, muitas vezes oprime-se e interioriza as suas dúvidas. É importante que os pais e familiares consigam identificar algum tipo de inquietação que possa estar relacionada a este dom.

A maior dificuldade consiste no facto de que esta criança vê, e os adultos não veem.

As manifestações de hipersensibilidade começam com experiências como:

1. Conhecimento demasiado das emoções
Em cada situação do quotidiano, o dotado sente a presença de cada sentimento e emoção envolvidos. Num simples olhar reconhece a emoção expressa, e tudo o que ele gera aos que são atingidos por ele.

Por exemplo, quando uma mãe olha para o filho com um olhar de desconfiança, se esta criança tem o dom da sensibilidade, não receberá este olhar como qualquer outra, o olhar terá um efeito muito mais profundo no seu ser, e ainda lhe trará a sensação que este olhar causa em todos os outros que estão presentes na situação, seja do pai que observa ou do colega que o acompanha.

Esta mistura de sensações e manifestações pode causar angústia e confusão mental, fazendo com que haja dificuldade em captar o que realmente sente por si, dentro de tudo aquilo que percebe e sente para além si.

Desde a infância, a criança altamente sensível perceberá aspectos do seu dia-a-dia que lhe trarão uma mistura de sentimentos: angústia, contradição e muita curiosidade. Os seus olhos captarão aspectos que os adultos não percebem.

É uma criança precoce que percebe o mundo sem a maturidade suficiente para entender as emoções.

2. Sentidos aguçados
A luz, o som, os cheiros e as cores são mais intensos e podem causar desconforto. As formas têm outro significado e demonstram mais sentido do que para outras pessoas.

3. Capacidade de compreensão
Quase que como uma consequência da hipersensibilidade, o indivíduo desenvolve o dom de se entender melhor, de aceitar a sua condição especial e crescer com ela.

No início pode ser difícil compreender o diferente ritmo de vida das pessoas que o rodeiam e poderá aborrecer-se com a sua própria diferença. Porém, ao longo do tempo, as características são vistas como benéficas, e a compreensão sobre o mundo e sensações passa a ser um atalho para viver melhor e mais consciente.

4. Conforto na solidão
Estas pessoas encontram refúgio na solidão. Devido à sua inadequação aos padrões de sensibilidade comuns, sentem-se confortáveis quando estão sozinhas, desfrutando do seu comportamento, seja para evitar a estranheza alheia, ou apenas para poder explorar mais as suas habilidades, sem medo de demonstrá-las.

A alta sensibilidade também permite que o contacto consigo mesmo seja mais intenso e fácil. Por essa razão, estas pessoas conseguem passar muito tempo sozinhas, por estarem altamente conectadas com os seus pensamentos, compreendendo-os e explorando-os de forma intensa e constante, como se estivessem numa meditação facilitada.

Isso não significa que não gostem da companhia dos outros, mas sim que também se sentem felizes sozinhas.

5. Emoção à flor da pele
As pessoas altamente sensíveis vivem através do coração. Vivem intensamente o amor, a amizade e sentem muito prazer com os pequenos gestos do quotidiano.

Elas são frequentemente associadas ao sofrimento pela sua tendência a desenvolver depressão, tristeza e vulnerabilidade frente ao comportamento das pessoas.

As suas emoções são intensas e as suas manifestações também, são extremamente carinhosas e preocupadas e vivem intensamente todos os sentimentos.

Não estamos a falar apenas dos relacionamentos amorosos, mas também da amizade, dos carinhos do dia-a-dia, da beleza de uma pintura, de uma paisagem ou uma música especial. Tudo é vivido com muita intensidade pela pessoa altamente sensível.

Esta entrega e envolvimento intenso podem trazer muito sofrimento e decepção diante do comportamento diferente do meio social. Criam muitas expectativas e por vezes tomam atitudes sem o uso da razão, com muita emoção.


Muitos, entre os altamente sensíveis, temem esta condição, porém é importante enfrentá-la como uma qualidade, não como um defeito.

O uso do extremo conhecimento interior deve ser trabalhado em prol do controlo das sensações exageradas, e assim o dom não será algo a temer mas sim algo a usufruir para benefício próprio.

A alta sensibilidade é uma ferramenta que lhe permite aprofundar e ter empatia com todas as coisas e pessoas.

Poucas pessoas têm essa capacidade de aprendizagem de vida.

Se este é o seu caso, é importante saber que essa sensibilidade não é uma razão para se sentir estranho ou diferente. Pelo contrário, você deve sentir-se feliz por ter recebido esse dom.

Não é fácil viver com esse dom.
No entanto, se você reconhecer que é altamente sensível, deve aprender a administrar essa sensibilidade.
Não deixe que as emoções negativas o desestabilizem e o façam sofrer.

Perceba que os outros têm um ritmo diferente do seu. Muitas vezes eles não vivem as emoções tão intensamente quanto você. Isso não significa que o amem menos; é somente uma forma diferente de viver as emoções.
Tente entendê-los e respeitá-los.

Conheça-se a si mesmo, e as suas habilidades; encontre o seu equilíbrio e promova o seu crescimento pessoal.

Você é único e vive a partir do coração.

Que a paz esteja consigo… e seja muito feliz… !


 Fontes: http://www.contioutra.com/  ; https://www.eusemfronteiras.com.br



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terça-feira, 30 de agosto de 2016

Oração do AMOR-PRÓPRIO

Oração do amor-próprio
Que eu saiba primeiro encontrar-me, antes de me doar.
Que eu possa respeitar os meus próprios limites, e aprender a dizer não, quando é essa a minha real vontade e direção.
Que nos erros que cometo, eu possa olhar-me com todo o amor e compaixão, pois sei que faço e dou o meu melhor. Que eu aprecie a auto gratidão.
Que em cada alegria eu celebre a grandeza de ser quem sou, sem querer ser uma imagem que pintaram de mim, esse tempo acabou…
Que com carinho eu me cuide e me ampare a cada passo, a cada queda.
Sei que a minha força se refaz no meu tempo, e nele meu coração celebra.
Que eu não me critique ou me culpe, escoando assim a minha própria energia.
Que eu saiba respeitar o meu tempo de florescer a cada dor, que eu possa também permitir-me a alegria.
Que antes de eu cuidar dos outros, eu olhe para a minha vida, regue o meu jardim, para que assim a doação não me deixe um buraco, e me sinta dolorido.
Que eu não me abandone a mim mesmo, esperando que alguém me venha salvar, ao invés disso que eu saiba olhar-me com amor… e assim curar-me.
Amém!

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Como ter ao seu lado boas companhias espirituais


Somos todos canais das forças espirituais.

Melhor explicando: somos influenciados – mesmo não tendo consciência disso – tanto pelos espíritos habitantes do plano de luz, como pelos das trevas….

A alteração de humor, principalmente sem motivo aparente, com explosão de ira, irritação, impaciência, pensamentos negativos, pessimistas e atitudes irracionais, em muitos casos são provocados por influência dos seres das trevas (obsessores).

Da mesma forma, bons pensamentos e atitudes positivas, repentinas, e sentimentos agradáveis de alegria, esperança, bom humor e otimismo, podem vir sob influência dos bons espíritos, seres de luz.

Portanto, os nossos padrões de pensamento, sentimentos e atitudes são influenciados por esses seres espirituais muito mais do que podemos imaginar. É neste aspecto que somos todos canais das forças espirituais, uns mais e outros menos.

Desta forma, cabe a cada um escolher se quer ser um canal das forças espirituais da luz ou das trevas.

De acordo com a Lei da Afinidade – os semelhantes atraem-se – o que iremos atrair depende se sintonizarmos com os bons ou maus espíritos.

Em outras palavras, se você quiser atrair, canalizar bons espíritos (seu mentor espiritual, espíritos guardiões, seres angelicais, mestres ascensionados), terá de elevar o seu teor vibracional, cultivando a positividade, os bons pensamentos, sentimentos e atitudes para se sintonizar com eles.

Para isso, é preciso monitorar os pensamentos, controlar as emoções, ser cuidadoso com as palavras e ações, pois as palavras e pensamentos têm energia e força transformadora.

Quando estiveres bem, o bem vai estar contigo. Mas se ocorrer o contrário, o mal vai estar ao te lado. É a lei da Afinidade, uma das Leis Universais.

Portanto, é preciso assumir responsabilidade, tomar posse de si, pela qualidade dos seus padrões vibracionais.

Precisamos também cultivar a prece, fortalecer a fé, termo tão desacreditado no mundo moderno. A era científica e tecnológica em que vivemos valoriza muito o intelecto e trata com descaso a fé.”

(Autor: Roberto Legey)

“Somos responsáveis por tudo o que geramos de expressão vital.

Cada causa gera o seu efeito correspondente; cada efeito busca a sua própria causa.

Somos muito mais do que aparentamos, somos a luz divina particularizada.

Cada um de nós é um centro vital! Cada um de nós é um portal interdimensional.

Dependendo do que buscamos na existência, podemos dar passagem, em nós, a diversos tipos de energias. Tudo depende da sintonia.

Os nossos pensamentos e sentimentos são causas. As nossas energias são seus efeitos.

Temos as companhias espirituais de acordo com o que fazemos no mundo. De nada adianta estudar temas espirituais teoricamente (só com a mente) se não os convertermos em ações práticas no próprio viver. É necessário adicionar ao estudo consciencial o calor vital do amor, a luz da alegria, e um estado íntimo de agradecimento ao Todo.

Somos a causa do que somos. Os efeitos são apenas o desdobramento do que vive em nosso íntimo. Cada um de nós é governado por leis invisíveis e inexoráveis.

"A cada um segundo suas obras!"
"O semelhante atrai o semelhante!".

As nossas companhias espirituais surgem conectadas aos nossos interesses. É uma questão de ressonância consciencial. O Invisível conhece os segredos mais guardados em cada ser (nossas energias revelam muito mais do que supomos.)

Somos mais do que aparentamos, e as nossas vidas actuais são a colheita de antigas semeaduras.

Somos a luz divina em forma humana temporária. E a espiritualidade é a grande riqueza que portamos.


Façamos juz a tal riqueza em atitudes práticas no mundo, aqui e agora, pois somos luz, e o paraíso é um estado de consciência interior.”

(Autor: Wagner Borges)



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Leia também:
O que são MANTRAS ?

quinta-feira, 21 de julho de 2016

O que são MANTRAS ?


O que são mantras ?

“O mantra é uma fórmula mística e ritual recitada ou cantada repetidamente. A palavra provém do sânscrito e tem muitas diferenças subtis de significado, “instrumento da mente”, “linguagem divina” e “linguagem da fisiologia espiritual humana” são apenas algumas das suas conotações. Os mantras têm origem no hinduísmo, mas também são utilizados no budismo e outras religiões.

Os místicos praticam a palavra mágica há milênios. Para algumas escolas, principalmente as de fundamentação técnica, o mantra pode ser qualquer somsílabapalavrafrase ou texto, que detenha um poder específico. Existem mantras para facilitar a concentração e meditação, mantras para energizar, para adormecer ou despertar, para desenvolver os chakras ou vibrar canais energéticos a fim de desobstruí-los.

Ao longo dos anos, os ocidentais que chegaram ao oriente tentaram explicar a razão dos mantras produzirem os efeitos esperados. Pesquisadores que estudaram as culturas indiana e chinesa, notaram que não é necessário saber o significado das palavras ditas. Alguns psicólogos ocidentais defendem que o mantra possui uma energia sonora que movimenta outras energias que envolvem quem o entoa. Chegaram à conclusão de que não importa a correção da pronúncia, uma vez que existem mantras entoados de forma muito diferente, em países diversos, e produzem sempre os efeitos esperados.

Outra explicação seria a mesma usada para o efeito dos mudras: um gesto repetido por tantas pessoas durante tantos séculos que criou um tipo de caminho energético – que podemos chamar de marca no akasha, ou no inconsciente colectivo – que é rapidamente seguido pela psique da pessoa que o executa.

Algumas pessoas marcam a repetição dos mantras utilizando um mala, ou japamala (em sânscrito, japa = sussurrar e mala = cordão). Trata-se de um colar de 108 contas, utilizado por hinduístas e budistas, que cumpre a mesma função do terço católico.
Como o número 108 é considerado mágico na Índia, pois simboliza o eterno, recomenda-se entoar o mantra pelo menos 108 vezes.
  
Alguns mantras comuns:

Om:
É o mantra mais importante do hinduísmo e outras religiões. Dizem que ele contém o conhecimento dos Vedas e é considerado o corpo sonoro do Absoluto. O Om é a vibração primordial, o som do qual emana o Universo, a substância essencial que constitui todos os outros mantras, sendo o mais poderoso deles. É a raiz de todos os sons da natureza.

Om Namah Shivaya:
É um mantra que acalma as agitações da mente, e a sua repetição mental ou oral eleva-nos dos níveis inferiores de consciência para níveis mais elevados. A sua repetição equilibra os chakras e traz proteção espiritual.

Om Mani Padme Hum:
Este é o célebre mantra que costuma ser traduzido como: “A jóia da consciência está no coração do lótus” ou “da lama nasce a flor de lótus”. É o mais entoado pelos budistas tibetanos, a disciplina espiritual que faz uso deste célebre mantra é empreendida para promover a ideia do desenvolvimento espiritual associado ao acto de servir à vida. Cada sílaba purifica por completo as emoções negativas que são a manifestação do sofrimento: orgulho, inveja, desejo, ignorância, ganância e ódio.

Om Shanti Om:
Mantra de paz no hinduísmo, ele pode ser considerado apenas uma saudação, mas se repetido diversas vezes induz a um estado de relaxamento profundo, calma interior e bem-estar. É indicado também para elevar a consciência durante a prática da meditação.

Mantra Gayatri:
Gayatri é considerado um dos mais antigos mantras védicos. Segundo a tradição hindu, Brahman (o Criador) recebeu este mantra da Suprema Divindade e, ao meditar sobre o seu significado, obteve o poder de criar o Universo. Seus versos são:
Om
Bhur bhuvah swah
Tat savitur varenyam
Bhargo devasya dhimahi
Dhiyo yo nah prachodayat.

Tradução:
‘Om
Oh! Divina mãe afaste de nós a ignorância e ilumine o nosso Ser!
Dê-nos uma mente serena, para que a sua imagem possa sempre nela refletir-se!

Mantras e Chakras:

As rodas de energia numa dada frequência produzem os sons que são emitidos por nós pelas suas vibrações. Daí descobriu-se o som específico de cada chakra, que quando são entoados repetidamente, as suas vibrações sintonizam com estes canais, equilibrando cada centro energético e influenciando diretamente o nosso estado de espírito.

Lam:
Som do chakra Muladhara, localizado na base da coluna vertebral. É regido pelo elemento terra, a sua cor é vermelha. É a nossa ligação com este mundo, o nosso senso de sobrevivência e medos.

Vam:
Som do chakra Swadhisthana, localizado um pouco abaixo do umbigo, o seu elemento é água e a sua cor laranja. Está associado a reprodução, como também ao prazer sexual e material.


Ram:
Som do chakra Manipura, localizado no plexo solar, de elemento fogo e cor amarela. Relacionado à nossa mente racional, vitalidade e vontade.

Yam:
Som do chakra Anahata, localizado no centro do coração, tem como elemento o ar e a cor verde. É a união entre as energias materiais e espirituais. Está associado com o amor e a compaixão.

Ham:
Som do chakra Vishuddha, localizado no centro da garganta, o seu elemento é o éter e a sua cor é azul. Está associado à comunicação e à auto-expressão.

Om:
Som do chakra Ajna. Contém o princípio da Unidade, a energia masculina e feminina. É o centro da terceira visão, da inteligência cósmica e da intuição. Cor índigo.

Muitos praticantes não entoam nenhum mantra para o último chakra e permanecem apenas em silêncio, mas em algumas técnicas é utilizado o Ogum Satyam Om :

Ogum Satyam Om:
Som do chakra Sahasrara. Está localizado no topo da cabeça e contém todos os elementos. É relacionado à habilidade de se conectar espiritualmente, à paz e à sabedoria. A sua cor é o lilás.

Cada mantra –  combinado com a intenção – aumenta os benefícios físicos e espirituais.
Quando combinamos a energia física do mantra, com a vibração sonora e com a energia mental da intenção e da atenção, aumentamos, fortalecemos e direcionamos o efeito energético do mantra.

A intenção e a razão de recitarmos o mantra são transmitidas pela vibração física, produzindo um efeito. Essa é a essência do mantra sanscrítico.”



Deixo-vos um vídeo do meu mantra favorito:


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