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sexta-feira, 7 de abril de 2017

A Limpeza Energética e o Arroto


A limpeza energética e o arroto

Quando nos libertamos do ar engolido ou do dióxido de carbono produzido no estômago, damos o nome de arroto ou eructação e umas vezes traz-nos alívio, outras bastante mau estar quando é contínuo. Mas, não é apenas por razões de engolir ar ou digerir alimentos que arrotamos, o mesmo processo também pode ser realizado com a acumulação de energia que necessita ser limpa. Se já entraste num espaço, se estiveste perto de pessoas e começaste a arrotar, então estás num processo de limpeza energética.

Porque sentimos vontade de arrotar?
Todas as pessoas têm interacções energéticas, com a aura umas das outras, é um processo absolutamente natural. Algumas pessoas terão mais tendências a absorver a energia mais densa de outros ou até limpar a sua própria energia mais densa. Nem sempre o arroto vem de energia mais densa, poderá também ser a nossa própria limpeza. Ao aproximarmo-nos de um local limpo, de uma pessoa com boa aura ou na natureza, podemos ter a vontade de nos limparmos e isso pode acontecer pelo arroto, suspiro ou mesmo vontade de ir à casa de banho. Por isso, não vale a pena querer sempre pensar que são coisas más.

Vendo o caso das energias mais densas, o nosso plexo solar é também chamado de chakra simpático, pois é bondoso e decide absorver a energia densa dos outros, esperando reciclá-la, o que muito raramente acontece, fazendo com que a pessoa arrote e tenha muito má disposição. Por vezes a energia é tanta que todo o corpo incha e a pessoa sente-se insuportável, não aguenta nem mais um pouco dessa energia. Então há que ter alguma reflexão sobre o plexo solar, o nosso chakra do poder pessoal. Verifica como estás ao nível do teu poder pessoal. Estás muito sensível? Deixas-te influenciar facilmente? Tens tido pouca força de vontade? Pouca vitalidade?

Se decides que esta é a forma de limpares os outros, por vezes podes causar mais medo do que propriamente bem estar. Esta é uma mistificação pois, todo esse trabalho de limpeza energética pode ser feito silenciosamente.

Como podemos limpar, transmutar e libertar essa energia?

Deverás praticar muito o enraizamento pois permite-te ligar à Terra e deixar descarregar essa energia mais densa pelo chakra da raiz e pelos pés. Aprende a aumentar o teu enraizamento e a deixar sair essa energia.

Se és praticante de Reiki, pratica também o banho seco e a chuva de Reiki pois ajudarão em todo o processo.

Podes também caminhar, abraçar-te a uma árvore, colocar as mãos e os pés na terra e deixa sair todo esse excesso.

Acima de tudo é importante que tenhas consciência de ti e força de vontade. Não queiras ficar com o que não é teu. Por outro lado, o arroto pode ser a tua própria densidade que se manifesta, por isso, regularmente, aprende a limpar-te. A limpeza energética é tão importante quanto a limpeza física.

Se tu estiveres bem, muitos outros irão ficar bem.

Se quiseres meditar, ou visualizar cores, a energia violeta é muito boa pois é transmutadora. Podes imaginar essa chama violeta a envolver-te e a transmutar, queimar, toda a energia mais densa que te rodeia ou está mesmo no teu interior.


 Fonte: João Magalhães em www.joaomagalhaes.com


quinta-feira, 17 de novembro de 2016

7 ESTRATÉGIAS PARA UMA ENERGIA POSITIVA


7 Estratégias para uma energia positiva  

1. Pensa sempre de forma positiva! Sempre que um pensamento negativo vier à tua cabeça troca-o por outro positivo! Para isso é preciso muita disciplina mental. Não vais adquirir esse hábito do dia para a noite; mas tal como um “atleta”, deverás treinar muito até conseguir.

2. Não tenhas medo de nada nem de ninguém! O medo é uma das maiores causas das nossas perturbações interiores. Tem fé em ti mesmo! Sentir medo é acreditar que os outros são poderosos. Não dês poder ao próximo.

3. Não te queixes! Quando reclamas, tal qual um ímã, atrais para ti toda a carga negativa das tuas próprias palavras. A maioria das coisas que correm mal começam a materializar-se quando nos lamentamos.

4. Risca a palavra “culpa” do teu dicionário. Não te permitas esta sensação, pois quando nos punimos, abrimos a nossa retaguarda para os espíritos opressores e agressores, que vibram com a nossa melancolia. Ignora-os.

5. Não deixes que interferências externas tumultuem o teu quotidiano! Livra-te de intrigas, comentários maldosos e de gente deprimida! Isso é contagioso. Sê amável com o teu amigo. Sintoniza-te com gente boa e positiva.

6. Não te aborreças com facilidade, e não dês importância às pequenas coisas. Quando nos irritamos envenenamos o nosso corpo e a nossa mente. Procura viver com serenidade, e quando tiveres vontade de explodir, conta até dez e pede ajuda aos teus guias espirituais.

7. Vive o presente! O ansioso vive no futuro. O rancoroso vive no passado. Aproveita o aqui e agora! Nada se repete, tudo passa. Faz o teu dia valer a pena. Não percas tempo com melindres e preocupações, pois são sentimentos que só te trazem doenças.


"Na vida, não vale tanto o que temos, nem tanto importa o que somos. Vale o que realizamos com aquilo que possuímos e, acima de tudo, importa o que fazemos de nós!" __Chico Xavier





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sexta-feira, 21 de outubro de 2016

PESSOAS ALTAMENTE SENSÍVEIS


PESSOAS ALTAMENTE SENSÍVEIS

É dito que todos nós nascemos com um dom, um talento especial, e que dependemos das circunstâncias da vida para descobri-lo ou aflorá-lo.

O dom pode estar associado a qualquer tipo de situação. Pode ser em algum desporto, alguma arte, ou até mesmo alguma sensibilidade específica.

Você já se questionou:
Por que vejo as coisas de forma diferente dos demais?
Por que sofro mais que as outras pessoas?
Por que encontro alívio na minha própria solidão?
Por que sinto e vejo coisas que os outros não percebem?

Quando se está em minoria, o primeiro sentimento é sentir-se em desvantagem e com medo.

Fazer parte da população que se reconhece como altamente sensível não é uma desvantagem e nem o intitula como “diferente”.

É bem possível que, ao longo da sua vida e, principalmente, durante a sua infância, você tenha tido consciência desta distância emocional e, muitas vezes, tenha lidado com a sensação de viver numa bolha de alienação e solidão.

O dom da sensibilidade
Fala-se ainda em dons espirituais, dom da palavra, dom da cura e dom da sensibilidade.

O dom da sensibilidade é descrito como a capacidade de sentir mais facilmente e intensamente emoções comuns a todos. O comportamento de uma pessoa com o dom da sensibilidade inclui ver as situações de forma diferente, perceber certos detalhes não percebidos pelos outros “comuns”. Isso fá-las mais afectivas, mais preocupadas, mais alertas, e ao mesmo tempo tímidas e mais solitárias, por se considerarem diferentes dos outros.


Como Identificar
A hipersensibilidade pode ser notada por alguns comportamentos específicos, que normalmente se manifestam desde o período da infância.

A criança com alta sensibilidade costuma sentir-se confusa com os sintomas que expressa, sem entendê-los, muitas vezes oprime-se e interioriza as suas dúvidas. É importante que os pais e familiares consigam identificar algum tipo de inquietação que possa estar relacionada a este dom.

A maior dificuldade consiste no facto de que esta criança vê, e os adultos não veem.

As manifestações de hipersensibilidade começam com experiências como:

1. Conhecimento demasiado das emoções
Em cada situação do quotidiano, o dotado sente a presença de cada sentimento e emoção envolvidos. Num simples olhar reconhece a emoção expressa, e tudo o que ele gera aos que são atingidos por ele.

Por exemplo, quando uma mãe olha para o filho com um olhar de desconfiança, se esta criança tem o dom da sensibilidade, não receberá este olhar como qualquer outra, o olhar terá um efeito muito mais profundo no seu ser, e ainda lhe trará a sensação que este olhar causa em todos os outros que estão presentes na situação, seja do pai que observa ou do colega que o acompanha.

Esta mistura de sensações e manifestações pode causar angústia e confusão mental, fazendo com que haja dificuldade em captar o que realmente sente por si, dentro de tudo aquilo que percebe e sente para além si.

Desde a infância, a criança altamente sensível perceberá aspectos do seu dia-a-dia que lhe trarão uma mistura de sentimentos: angústia, contradição e muita curiosidade. Os seus olhos captarão aspectos que os adultos não percebem.

É uma criança precoce que percebe o mundo sem a maturidade suficiente para entender as emoções.

2. Sentidos aguçados
A luz, o som, os cheiros e as cores são mais intensos e podem causar desconforto. As formas têm outro significado e demonstram mais sentido do que para outras pessoas.

3. Capacidade de compreensão
Quase que como uma consequência da hipersensibilidade, o indivíduo desenvolve o dom de se entender melhor, de aceitar a sua condição especial e crescer com ela.

No início pode ser difícil compreender o diferente ritmo de vida das pessoas que o rodeiam e poderá aborrecer-se com a sua própria diferença. Porém, ao longo do tempo, as características são vistas como benéficas, e a compreensão sobre o mundo e sensações passa a ser um atalho para viver melhor e mais consciente.

4. Conforto na solidão
Estas pessoas encontram refúgio na solidão. Devido à sua inadequação aos padrões de sensibilidade comuns, sentem-se confortáveis quando estão sozinhas, desfrutando do seu comportamento, seja para evitar a estranheza alheia, ou apenas para poder explorar mais as suas habilidades, sem medo de demonstrá-las.

A alta sensibilidade também permite que o contacto consigo mesmo seja mais intenso e fácil. Por essa razão, estas pessoas conseguem passar muito tempo sozinhas, por estarem altamente conectadas com os seus pensamentos, compreendendo-os e explorando-os de forma intensa e constante, como se estivessem numa meditação facilitada.

Isso não significa que não gostem da companhia dos outros, mas sim que também se sentem felizes sozinhas.

5. Emoção à flor da pele
As pessoas altamente sensíveis vivem através do coração. Vivem intensamente o amor, a amizade e sentem muito prazer com os pequenos gestos do quotidiano.

Elas são frequentemente associadas ao sofrimento pela sua tendência a desenvolver depressão, tristeza e vulnerabilidade frente ao comportamento das pessoas.

As suas emoções são intensas e as suas manifestações também, são extremamente carinhosas e preocupadas e vivem intensamente todos os sentimentos.

Não estamos a falar apenas dos relacionamentos amorosos, mas também da amizade, dos carinhos do dia-a-dia, da beleza de uma pintura, de uma paisagem ou uma música especial. Tudo é vivido com muita intensidade pela pessoa altamente sensível.

Esta entrega e envolvimento intenso podem trazer muito sofrimento e decepção diante do comportamento diferente do meio social. Criam muitas expectativas e por vezes tomam atitudes sem o uso da razão, com muita emoção.


Muitos, entre os altamente sensíveis, temem esta condição, porém é importante enfrentá-la como uma qualidade, não como um defeito.

O uso do extremo conhecimento interior deve ser trabalhado em prol do controlo das sensações exageradas, e assim o dom não será algo a temer mas sim algo a usufruir para benefício próprio.

A alta sensibilidade é uma ferramenta que lhe permite aprofundar e ter empatia com todas as coisas e pessoas.

Poucas pessoas têm essa capacidade de aprendizagem de vida.

Se este é o seu caso, é importante saber que essa sensibilidade não é uma razão para se sentir estranho ou diferente. Pelo contrário, você deve sentir-se feliz por ter recebido esse dom.

Não é fácil viver com esse dom.
No entanto, se você reconhecer que é altamente sensível, deve aprender a administrar essa sensibilidade.
Não deixe que as emoções negativas o desestabilizem e o façam sofrer.

Perceba que os outros têm um ritmo diferente do seu. Muitas vezes eles não vivem as emoções tão intensamente quanto você. Isso não significa que o amem menos; é somente uma forma diferente de viver as emoções.
Tente entendê-los e respeitá-los.

Conheça-se a si mesmo, e as suas habilidades; encontre o seu equilíbrio e promova o seu crescimento pessoal.

Você é único e vive a partir do coração.

Que a paz esteja consigo… e seja muito feliz… !


 Fontes: http://www.contioutra.com/  ; https://www.eusemfronteiras.com.br



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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Como ter ao seu lado boas companhias espirituais


“Somos todos canais das forças espirituais.

Melhor explicando: somos influenciados – mesmo não tendo consciência disso – tanto pelos espíritos habitantes do plano de luz, como pelos das trevas….

A alteração de humor, principalmente sem motivo aparente, com explosão de ira, irritação, impaciência, pensamentos negativos, pessimistas e atitudes irracionais, em muitos casos são provocados por influência dos seres das trevas (obsessores).

Da mesma forma, bons pensamentos e atitudes positivas, repentinas, e sentimentos agradáveis de alegria, esperança, bom humor e otimismo, podem vir sob influência dos bons espíritos, seres de luz.

Portanto, os nossos padrões de pensamento, sentimentos e atitudes são influenciados por esses seres espirituais muito mais do que podemos imaginar. É neste aspecto que somos todos canais das forças espirituais, uns mais e outros menos.

Desta forma, cabe a cada um escolher se quer ser um canal das forças espirituais da luz ou das trevas.

De acordo com a Lei da Afinidade – os semelhantes atraem-se – o que iremos atrair depende se sintonizarmos com os bons ou maus espíritos.

Em outras palavras, se você quiser atrair, canalizar bons espíritos (seu mentor espiritual, espíritos guardiões, seres angelicais, mestres ascensionados), terá de elevar o seu teor vibracional, cultivando a positividade, os bons pensamentos, sentimentos e atitudes para se sintonizar com eles.

Para isso, é preciso monitorar os pensamentos, controlar as emoções, ser cuidadoso com as palavras e ações, pois as palavras e pensamentos têm energia e força transformadora.

Quando estiveres bem, o bem vai estar contigo. Mas se ocorrer o contrário, o mal vai estar ao te lado. É a lei da Afinidade, uma das Leis Universais.

Portanto, é preciso assumir responsabilidade, tomar posse de si, pela qualidade dos seus padrões vibracionais.

Precisamos também cultivar a prece, fortalecer a fé, termo tão desacreditado no mundo moderno. A era científica e tecnológica em que vivemos valoriza muito o intelecto e trata com descaso a fé.”

(Autor: Roberto Legey)

“Somos responsáveis por tudo o que geramos de expressão vital.

Cada causa gera o seu efeito correspondente; cada efeito busca a sua própria causa.

Somos muito mais do que aparentamos, somos a luz divina particularizada.

Cada um de nós é um centro vital! Cada um de nós é um portal interdimensional.

Dependendo do que buscamos na existência, podemos dar passagem, em nós, a diversos tipos de energias. Tudo depende da sintonia.

Os nossos pensamentos e sentimentos são causas. As nossas energias são seus efeitos.

Temos as companhias espirituais de acordo com o que fazemos no mundo. De nada adianta estudar temas espirituais teoricamente (só com a mente) se não os convertermos em ações práticas no próprio viver. É necessário adicionar ao estudo consciencial o calor vital do amor, a luz da alegria, e um estado íntimo de agradecimento ao Todo.

Somos a causa do que somos. Os efeitos são apenas o desdobramento do que vive em nosso íntimo. Cada um de nós é governado por leis invisíveis e inexoráveis.

"A cada um segundo suas obras!"
"O semelhante atrai o semelhante!".

As nossas companhias espirituais surgem conectadas aos nossos interesses. É uma questão de ressonância consciencial. O Invisível conhece os segredos mais guardados em cada ser (nossas energias revelam muito mais do que supomos.)

Somos mais do que aparentamos, e as nossas vidas actuais são a colheita de antigas semeaduras.

Somos a luz divina em forma humana temporária. E a espiritualidade é a grande riqueza que portamos.


Façamos juz a tal riqueza em atitudes práticas no mundo, aqui e agora, pois somos luz, e o paraíso é um estado de consciência interior.”

(Autor: Wagner Borges)



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Leia também:
O que são MANTRAS ?

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