Translate / Google Tradutor

Mostrar mensagens com a etiqueta #espiritualidade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta #espiritualidade. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Como ter ao seu lado boas companhias espirituais


“Somos todos canais das forças espirituais.

Melhor explicando: somos influenciados – mesmo não tendo consciência disso – tanto pelos espíritos habitantes do plano de luz, como pelos das trevas….

A alteração de humor, principalmente sem motivo aparente, com explosão de ira, irritação, impaciência, pensamentos negativos, pessimistas e atitudes irracionais, em muitos casos são provocados por influência dos seres das trevas (obsessores).

Da mesma forma, bons pensamentos e atitudes positivas, repentinas, e sentimentos agradáveis de alegria, esperança, bom humor e otimismo, podem vir sob influência dos bons espíritos, seres de luz.

Portanto, os nossos padrões de pensamento, sentimentos e atitudes são influenciados por esses seres espirituais muito mais do que podemos imaginar. É neste aspecto que somos todos canais das forças espirituais, uns mais e outros menos.

Desta forma, cabe a cada um escolher se quer ser um canal das forças espirituais da luz ou das trevas.

De acordo com a Lei da Afinidade – os semelhantes atraem-se – o que iremos atrair depende se sintonizarmos com os bons ou maus espíritos.

Em outras palavras, se você quiser atrair, canalizar bons espíritos (seu mentor espiritual, espíritos guardiões, seres angelicais, mestres ascensionados), terá de elevar o seu teor vibracional, cultivando a positividade, os bons pensamentos, sentimentos e atitudes para se sintonizar com eles.

Para isso, é preciso monitorar os pensamentos, controlar as emoções, ser cuidadoso com as palavras e ações, pois as palavras e pensamentos têm energia e força transformadora.

Quando estiveres bem, o bem vai estar contigo. Mas se ocorrer o contrário, o mal vai estar ao te lado. É a lei da Afinidade, uma das Leis Universais.

Portanto, é preciso assumir responsabilidade, tomar posse de si, pela qualidade dos seus padrões vibracionais.

Precisamos também cultivar a prece, fortalecer a fé, termo tão desacreditado no mundo moderno. A era científica e tecnológica em que vivemos valoriza muito o intelecto e trata com descaso a fé.”

(Autor: Roberto Legey)

“Somos responsáveis por tudo o que geramos de expressão vital.

Cada causa gera o seu efeito correspondente; cada efeito busca a sua própria causa.

Somos muito mais do que aparentamos, somos a luz divina particularizada.

Cada um de nós é um centro vital! Cada um de nós é um portal interdimensional.

Dependendo do que buscamos na existência, podemos dar passagem, em nós, a diversos tipos de energias. Tudo depende da sintonia.

Os nossos pensamentos e sentimentos são causas. As nossas energias são seus efeitos.

Temos as companhias espirituais de acordo com o que fazemos no mundo. De nada adianta estudar temas espirituais teoricamente (só com a mente) se não os convertermos em ações práticas no próprio viver. É necessário adicionar ao estudo consciencial o calor vital do amor, a luz da alegria, e um estado íntimo de agradecimento ao Todo.

Somos a causa do que somos. Os efeitos são apenas o desdobramento do que vive em nosso íntimo. Cada um de nós é governado por leis invisíveis e inexoráveis.

"A cada um segundo suas obras!"
"O semelhante atrai o semelhante!".

As nossas companhias espirituais surgem conectadas aos nossos interesses. É uma questão de ressonância consciencial. O Invisível conhece os segredos mais guardados em cada ser (nossas energias revelam muito mais do que supomos.)

Somos mais do que aparentamos, e as nossas vidas actuais são a colheita de antigas semeaduras.

Somos a luz divina em forma humana temporária. E a espiritualidade é a grande riqueza que portamos.


Façamos juz a tal riqueza em atitudes práticas no mundo, aqui e agora, pois somos luz, e o paraíso é um estado de consciência interior.”

(Autor: Wagner Borges)



*********
Leia também:
O que são MANTRAS ?

terça-feira, 19 de abril de 2016

PEÇA ORIENTAÇÃO AOS SEUS GUIAS ESPIRITUAIS


Fale com os seus Guias Espirituais

A sua ligação com os seus Guias é positiva ou negativa?
Está a conseguir usufruir da força dos seus Guias na sua vida?
Conheça os seus Guias Espirituais e oriente os seus caminhos!

O que são Guias Espirituais

Cada pessoa tem uma estrutura espiritual que a compõe, suporta e protege. Esta estrutura relaciona-se com um conjunto de forças, de vibrações, que lhe são atribuídas de acordo com a sua missão de vida e com os desafios que tem para ultrapassar nesta vida. Estas vibrações têm origem em certas entidades e figuras espirituais.

Neste sentido, cada pessoa tem um conjunto de forças e características que lhe são atribuídas de acordo com os Guias que a protegem e acompanham nesta vida.

Cada um de nós tem, pelo menos, um Guia Espiritual.

Os guias são seres espirituais que não possuem corpo físico neste momento, mas alguns já o tiveram antes.

O seu guia espiritual cuida de si e dá-lhe orientação e apoio na sua jornada espiritual - mesmo que você não esteja ciente disso. Um guia espiritual é um ser evoluído que concordou em apoiar a sua evolução espiritual na terra.

Os guias espirituais estão sempre junto a nós, mas poucas pessoas fazem por se tornarem conscientes da sua presença. A meditação é uma das melhores formas de começar a abrir a sua consciência para perceber a presença dos seus Guias.













Para conectar-se com os seus guias poderá seguir estes passos simples :

1.º - Para contactar com os seus guias espirituais, deverá sentar-se ou deitar-se calmamente, sem distrações, relaxar, limpar a sua mente e concentrar-se. Poderá ser feito, por exemplo, quando vai para a cama, antes de dormir.
Quando estamos em meditação os guias espirituais usam a telepatia para comunicarem connosco, uma vez que o pensamento tem a sua própria energia.

2.º - Mentalmente fale com os seus Guias. Diga-lhes que quer conhecê-los e que está aberto para receber as suas orientações. Peça-lhes que se deem a conhecer.

3.º - Poderá não acontecer logo na primeira vez que faça a meditação, mas com o tempo a imagem do (s) seu (s) guia (s) começarão a surgir na sua mente quando menos esperar.

4.º - Quando sentir a presença dos seus guias será tão reconfortante como sentir a presença e o carinho de uma mãe a consolá-lo em momentos de necessidade. Eles trazem inspiração e influências benéficas, e nunca mais irá querer afastar-se deles.

Os seus guias poderão ser: anjos, santos, alguém já desencarnado que você conheceu, nesta ou em outras vidas, ou alguém que você nunca viu. Os seus guias estão sempre consigo e eles encontrarão sempre uma maneira de se comunicar consigo através dos seus sentidos.

Estes seres não são experimentados sempre da mesma forma. Às vezes, eles aparecem em visões repentinas, outras vezes sentimos uma presença que está junto de nós mas que não conseguimos ver. O certo é que, se estiver atento, a sua presença é sempre detectada.

Peça aos seus Guias ajuda e orientação, e o mais importante: ESCUTE.

As respostas dos Guias podem chegar até si através de um sonho ou através de um pensamento que surja na sua cabeça quando menos espera. Às vezes chegam através de um livro, de um texto, ou de uma frase que lê, e quando percebe a sua resposta está lá. Outras vezes os nossos guias usam uma pessoa que irá conversar connosco para através dela nos enviarem as suas mensagens.

Abra o seu coração para ouvir as respostas às suas orações e a sua alma receberá as informações.

Medite e limpe os seus chakras através da meditação e da oração, a limpeza da sua mente irá permitir a chegada de novas ideias e orientações divinas.

E como sempre gosto de lembrar:
Agradeça sempre tudo o que receber dos seus Guias, porque mais importante do que pedir é agradecer…!


Se gostou do texto, não se esqueça de o partilhar por favor

Leia também:

quarta-feira, 16 de março de 2016

O Misterioso Mundo dos Gatos… os nossos protectores!


Durante o tempo em que passa acordado, o gato vai “limpando” a sua casa das energias intrusas.

Enquanto dorme, ele filtra e transmuta esta energia.
O gato pode, muitas vezes, ficar em lugares com baixa circulação de energia, ou Chi vital, para poder activar esta área.

Quem já não presenciou o seu gato a olhar para o nada, totalmente imerso?

Ele certamente vê coisas que nós não vemos, desde insectos microscópicos até seres de outras dimensões.

Muitas vezes o seu gato vai para um lugar isolado da casa e começa a miar.

Não é só atenção que ele quer: é uma espécie de alerta que ele nos dá: a qualidade da energia daquele espaço precisa ser melhorada.

Os nossos problemas, o nosso stress diário é absorvido pelo gato.

Quando o espaço começa a ficar demasiado carregado, geralmente o gato adoece.

Claro que o gato não é o único responsável pelo equilíbrio energético do seu lar, mas ele esforça-se bastante.

Quanto mais harmônico for o seu ambiente, menos energia negativa ele irá precisar de filtrar, e consequentemente será mais feliz e saudável.

Quando dormimos, os nossos corpos astrais separam-se do corpo físico e vão para a quinta dimensão, a dimensão sem tempo e espaço: a dimensão em que estamos durante os nossos sonhos.

Por falta de treino e preparo, na grande maioria das vezes não vemos essa dimensão tal como ela é, em vez disso “mascaramo-la” e codificamo-la com o nosso conteúdo psíquico e inconsciente.

Os gatos muitas vezes acompanham-nos nessas viagens astrais, ou protegem o nosso corpo astral, além de guardar o nosso quarto de espíritos indesejados enquanto dormimos.

Essas são as razões pelas quais eles gostam de dormir connosco na cama.

Os gatos também monitorizam a nossa evolução.

Durante a sua convivência connosco, eles transmitem informações a dimensões superiores, servindo como radares e transmissores.

Além disso, como transmutadores de energia, eles auxiliam na cura, desempenhando um papel semelhante ao dos cristais.

Os gatos são professores, eles ensinam a amar. Um amor livre, não submisso, respeitador do livre arbítrio alheio e das diferenças.

Por isso há tantas pessoas que têm dificuldade em conviver com os gatos e os acham “interesseiros”.

Primeiro você tem que conquistar a confiança de um gato.
Depois, você tem que aprender a respeitá-lo.
Ele vai demonstrar afecto quando realmente estiver disposto, e não quando você mandar.
Os Gatos emanam amor.

Do ponto de vista energético, as pessoas que têm alergia aos gatos, geralmente, são pessoas que têm dificuldade em deixar o amor entrar nas suas vidas.

Diz-se que quando há muitas pessoas numa família e um único gato, ele pode ficar sobrecarregado ao absorver a negatividade de todos.
É bom ter mais do que um gato para dividir a carga entre eles, ainda mais nesses casos.

Se você não tem um gato, e um gatinho de rua aparecer na sua vida, é porque você está a precisar de um na sua vida, naquele preciso momento.
E o gatinho está assim a oferecer-se a ajudá-lo.

Caso você não possa acolher o gatinho, é importante que encontre um lar para ele, como forma de gratidão.

O gatinho chegou até si por alguma razão, que você poderá não compreender naquele momento, mas que poderá descobrir mais tarde, se estiver atento.

Algumas vezes o gatinho aparece, cumpre a sua função e vai embora.



Fique atento à forma como os gatos reagem a visitas na sua casa.

Muitas vezes eles estão a tentar protegê-lo
 de um campo áurico negativo ou pesado.



quinta-feira, 20 de agosto de 2015

O Céu e o Inferno















O Céu e o Inferno

 Conta-se que certo dia, um famoso e hábil Samurai, conhecido pela sua violentíssima índole foi procurar um sábio Monge que meditava ao Norte durante o Inverno.

Encontrando-o em meditação no meio da neve ao pé de uma montanha, não perdeu muito tempo e perguntou-lhe em tom de voz duro sobre algo que sempre o atormentara e que com o peso da idade, lhe consumia o espírito até o limite do insuportável:
– “Monge, tenho pensado muito nos caminhos que trilhei pela vida até aqui… em tudo que vi e vivenciei. Sobre as minhas decisões e anseios. Preciso muito de uma resposta, ensina-me de imediato: o que é o Céu e o que é o Inferno?”

O Monge, de pequena estatura, idoso e muito franzino, olhou para o bravo guerreiro de cima a baixo com ar de reprovação e disse-lhe:

– “Eu não poderia ensinar-lhe coisa alguma, você está imundo e é um ser desprezível. Tem a inteligência de um inseto e o merecimento de um tolo. O seu mau cheiro é insuportável. Ademais, a lâmina da sua espada está enferrujada. Você é uma vergonha para a classe dos samurais. A sua mera existência é lastimável! Desapareça da minha frente criatura execrável, você é tão indigno quanto o mais indigno dos homens!”

O Samurai ficou enfurecido. O sangue subiu-lhe ao rosto e ele não conseguiu dizer uma palavra, tamanha era a sua ira. Empunhou a espada, ergueu-a sobre a cabeça e preparou-se para decapitar o Monge num violento e assustador ataque. No auge de tamanha fúria o Monge apontou-lhe o dedo e falou:

– “Eis o Inferno.”

 O Samurai ficou imóvel como se tivesse sido congelado; estava ofegante e aturdido. A sabedoria e coragem daquele pequeno ancião o impressionaram, afinal de contas, arriscara a própria vida para lhe ensinar sobre o Inferno. 
O bravo guerreiro baixou lentamente a espada e caiu de joelhos diante dele numa profunda e sincera reverência. Os seus experientes e destemidos olhos, que tantas sangrentas batalhas testemunharam, estavam marejados.

O velho sábio continuou em silêncio. Passado algum tempo, o Samurai já com o coração pacificado, pediu humildemente cheio de vergonha e gratidão ao venerável Monge, que lhe perdoasse o infeliz gesto. Naquele momento, o Monge em tom brando, doce e sereno lhe disse:

– “Eis o Céu”.

O céu e o inferno estão aqui nas nossas vidas e derivam com as nossas atitudes.

Se procurarmos levar o paraíso para os outros chegaremos lá também. Mas se tentarmos levar os outros para o inferno percorremos a mesma estrada.

A construção do céu ou do inferno só depende de nós.

Constrói o teu CÉU !

terça-feira, 23 de junho de 2015

O que é a vida espiritual ?


O que é a vida espiritual ?

Uma vida centrada em Deus não é uma vida incomum. De acordo com as atitudes que desenvolvemos e a maneira como vivemos, a nossa vida na terra pode ser espiritual ou não espiritual.

Somos divinos quando o Divino entra nos nossos pensamentos, acções, desejos, emoções e aspirações. Então Ele não fica distante ou teórico, mas um Deus vivo que guia as nossas vidas.

Uma das armadilhas na senda de Deus é a confusão sobre o sentido da vida espiritual. 

Vida espiritual é, em essência, realizar a divindade que está em nós e manifestá-la na nossa vida diária.

Alguns requisitos básicos são necessários para uma efectiva e profunda vida espiritual. Precisamos ter a fé de que o objectivo que procuramos, de facto existe. Há uma suprema e imutável Verdade – a Realidade que é o alicerce e o poder operativo de tudo que existe. Devemos acreditar que por trás do fluxo deste mundo existe uma inteligência cósmica, o amor e a unidade que é Deus.

Embora difícil de ver num estágio inicial da jornada, é necessário acreditar que Deus pode ser experimentado aqui e agora. Ele é o supremo objecto do nosso amor; Ele é nosso eterno amigo e companheiro. De alguma forma devemos desenvolver e fortalecer esta fé.

Tomemos um exemplo: Jesus Cristo caminhou na cidade de Jerusalém, ensinando e consolando as pessoas, e dessa forma mudou as suas vidas. Foi em Jerusalém que as cenas finais da sua vida foram desempenhadas. Cristãos cheios de fé de qualquer parte do mundo têm a esperança de visitar a Terra Sagrada, mas embora possam não tê-la visto, eles nunca negam a sua existência. Da mesma forma, enquanto seguimos a senda espiritual, mantenhamos a confiança de que embora Deus não seja visível, Ele está a apenas uma pequena distância de nós.

A natureza de Deus é infinita. Ele manifesta-se de maneiras infindáveis, fazendo portanto com que as Suas manifestações sejam múltiplas.

Ele pode ser impessoal – sem um nome e uma forma 
Ou pode ser pessoal – com um nome e uma forma.

Ele pode tornar-se uma encarnação divina, como Rama, Krishna, Jesus Cristo, Buda ou outro...

Desta forma não devemos ser dogmáticos sobre a natureza de Deus.

Devemos permitir que cada um tenha a sua concepção de Deus, ainda que essa concepção seja diferente da nossa.


Lembre-se :

“Primeiro desenvolva a fé em si mesmo, depois a fé em Deus virá.” 






Fonte: A Vida Espiritual - Swami Shraddhananda

quarta-feira, 20 de maio de 2015

O que é um Médium ? As várias mediunidades












O que é um Médium. As várias mediunidades

Médiuns são criaturas de sensibilidade aguçada, que podem registar a presença de espíritos e podem, também, transportar-se para o Plano Espiritual e descrever cenas e factos.  Podem ouvir espíritos e emprestar o seu corpo físico para servir de veículo de manifestação temporária de espíritos desencarnados.

O facto de o indivíduo ser médium não lhe confere, necessariamente, a coroa de santificação.  Médium é apenas um trabalhador da verdade que, quanto mais moralizado e evangelizado for, melhor terá condições de servir ao próximo e de ser veículo de espíritos superiores.  Médiuns existem no Espiritismo e fora dele.  O Espiritismo não inventou os médiuns; a Doutrina Espírita procura educar, orientar e ajudar o médium a cumprir fielmente o preceito cristão de "dar de graça aquilo que de graça recebemos".

Todo aquele que sente, num grau qualquer, a influência dos Espíritos é, por esse facto, médium.  Essa faculdade é inerente ao homem; não constitui, portanto, um privilégio exclusivo.  Por isso mesmo, raras são as pessoas que dela não possuam alguns rudimentos.  Pode, pois, dizer-se que todos são, mais ou menos, médiuns.  Todavia, usualmente, assim só se qualificam aqueles em quem a faculdade mediúnica se mostra bem caracterizada e se traduz por efeitos patentes, de certa intensidade, o que então depende de uma organização mais ou menos sensitiva.  É de notar-se, além disso, que essa faculdade não se revela, da mesma maneira, em todos. 


Médiuns de efeitos físicos

Os médiuns de efeitos físicos são particularmente aptos a produzir fenómenos materiais, como os movimentos dos corpos inertes, ou ruídos, etc.  Podem dividir-se em médiuns facultativos e médiuns involuntários.

Os médiuns facultativos são os que têm consciência do seu poder e que produzem fenómenos espíritas por acto da própria vontade. 

Os médiuns involuntários ou naturais são aqueles que nenhuma consciência têm do poder que possuem e, muitas vezes, o que de anormal se passa em torno deles não se lhes afigura de modo algum extraordinário.  Isso faz parte deles, exactamente como se dá com as pessoas que, sem o suspeitarem, são dotadas de dupla vista. Manifestam-se em todas as idades e frequentemente em crianças ainda muito novas.  


Médiuns sensitivos, ou impressionáveis

Chamam-se assim às pessoas suscetíveis de sentir a presença dos Espíritos por uma impressão vaga, por uma espécie de leve roçadura sobre todos os seus membros, sensação que elas não podem explicar.

Esta faculdade desenvolve-se pelo hábito e pode adquirir tal subtileza, que aquele que a possui reconhece, pela impressão que experimenta, não só a natureza, boa ou má, do Espírito que lhe está ao lado, mas até a sua individualidade, como o cego reconhece, por um certo não sei quê, a aproximação de tal ou tal pessoa.  Torna-se, com relação aos Espíritos, verdadeiro sensitivo.  Um bom Espírito produz sempre uma impressão suave e agradável; a de um mau Espírito, ao contrário, é penosa, angustiosa, desagradável.  Há como que um cheiro de impureza.


Médiuns ouvintes

Estes ouvem a voz dos Espíritos. Algumas vezes é uma voz interior, que se faz ouvir no foro íntimo; outras vezes, é uma voz exterior, clara e distinta, como a de uma pessoa viva.  Os médiuns audientes podem, assim, travar conversação com os Espíritos.


Médiuns falantes

Os médiuns audientes, que apenas transmitem o que ouvem, não são, a bem dizer, médiuns falantes.  Estes últimos, as mais das vezes, nada ouvem.  Neles, o Espírito actua sobre os orgãos da palavra, como actua sobre a mão dos médiuns escreventes.  Querendo comunicar-se, o Espírito se serve do órgão que se lhe depara mais flexível no médium. A um, toma da mão; a outro, da palavra; a um terceiro, do ouvido.  O médium falante geralmente exprime-se sem ter consciência do que diz e muitas vezes diz coisas completamente estranhas às suas ideias habituais, aos seus conhecimentos e, até, fora do alcance de sua inteligência.  Embora se ache perfeitamente acordado e em estado normal, raramente guarda lembrança do que diz.  Alguns há que têm a intuição do que dizem, no momento mesmo em que pronunciam as palavras. 


Médiuns videntes

Os médiuns videntes são dotados da faculdade de ver os Espíritos.  Alguns gozam dessa faculdade em estado normal, quando perfeitamente acordados, e conservam lembranças precisas do que viram.  Outros só a possuem em estado sonambúlico, ou próximo do sonambulismo. A possibilidade de ver em sonho os Espíritos resulta, sem contestação, de uma espécie de mediunidade, mas não constitui, propriamente falando, o que se chama médium vidente. 

O médium vidente julga ver com os olhos, como os que são dotados de dupla vista; mas, na realidade, é a alma quem vê e por isso é que eles, tanto vêem com os olhos fechados, como com os olhos abertos; donde se conclui que um cego pode ver os Espíritos, do mesmo modo que qualquer outro que tem perfeita a vista. 


Médiuns curadores

Este gênero de mediunidade consiste, principalmente, no dom que possuem certas pessoas de curar pelo simples toque, pelo olhar, mesmo por um gesto, sem recurso a qualquer medicação.  Dir-se-á, sem dúvida, que isso mais não é do que magnetismo.  Evidentemente, o fluido magnético desempenha aí importante papel; porém, quem examina cuidadosamente o fenómeno sem dificuldade reconhece que há mais alguma coisa.  Todos os magnetizadores são mais ou menos aptos a curar, desde que saibam conduzir-se convenientemente, ao passo que nos médiuns curadores a faculdade é espontânea e alguns até a possuem sem jamais terem ouvido falar de magnetismo.  

Médiuns de pressentimentos


O pressentimento é uma intuição vaga das coisas futuras.  Algumas pessoas têm essa faculdade mais ou menos desenvolvida.  Pode ser devido a uma espécie de dupla vista, que lhes permite antever as consequências das coisas actuais e a filiação dos acontecimentos.  Mas, muitas vezes, também é resultado de comunicações ocultas e, sobretudo neste caso, é que se pode dar aos que dela são dotados o nome de médiuns de pressentimentos.


Em resumo:

A mediunidade pode fazer-se sentir de diversas formas, uma das quais é ser-se dotado da percepção extra-sensorial que permite que seja sentida a presença de energias / entidades espirituais, com as quais se pode dialogar verbalmente ou pelo pensamento (esta última mais usual), dependendo do grau de evolução mediúnica, estas entidades podem até ser vistas numa forma física com que se apresentem. Esta mesma capacidade mediúnica pode permitir que quando em contacto com outro ser humano seja perceptivo ou intuído o pensamento do outro, uma vez que o próprio pensamento é uma forma de energia, e um médium com capacidade de captar energias pode capta-las nas mais diversas formas. 

A mediunidade permite ao seu portador receber mensagens através de comunicações, que poderão ocorrer durante um estado de tranquilidade (relaxamento), durante o sono, e até em completa vigília. Este tipo de comunicação é sempre acompanhada de sensações muito fortes, há sempre algo que nos chama a atenção, um determinado pormenor, uma determinada sensação, um determinado sentimento que nos invade, um pensamento que ressoa e se repete até que lhe seja dada a atenção que solicita. 

Fontes:
Curso Básico de Espiritismo – AEE-SP
Livro dos Médiuns – Allan Kardec



Leia Também
O que é a vida espiritual ?

SIGA este blog aqui :

Eu Sou GRATA

Eu Sou GRATA